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Meursault e a primavera

Meursault e a primavera

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“Meursault [protagonista de Camus em O estrangeiro] é um homem em perma-nente estado de exílio. Os corpos das mulheres raramente o excitam [exceto Mª CARDONA], a morte da mãe não o comove — nem a proximidade da própria execução o aflige [exceto no desespero final]. Meursault é conde-nado, na Justiça, não pelo assassinato gratuito de ‘um árabe sem nome’, mas por ser incapaz de sentir remorso e por não ter chorado no enterro da mãe.”

(Introdução, p. 22-23)

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  • Descrição

    Descrição do produto

    Meursault e a primavera é um romance contemporâneo realista urbano e Manifesto Obamaso. O anti-herói guarda o gene do avô da “loucura” sapiens neandertalensi. A descoberta do último órgão do corpo humano: o mesentério, após a pérola supra. Um manifesto policamente incorreto, em sintonia com a Era Trump. Além de Gramsci, que só pensava em hegemonia, descobri a figura überwebiana do “intelectual ruminante”. Bebendo, apesar da geofísica do Magreb, na tradição púnico-franco-argelina (cia. & Camus & cia.), encontro-me na “cia.”, no bom sentido. De Apuleyo de Madaura (Constantine), Santo Agostinho, que escreviam líbico bereber, púnico, Abd al-Quádir, Katel Iacine a Salah Guemrriche [Aujourd’hui, Meursault est mort], Hamid Grine [Camus dans le narguilé], Boualem Sansal [2084], meu foco, porém, é a obra do argelino de Oram, Kamel Daoud [O caso Mersault, 2013], que questionou Camus como colonizado, pois não deu sequer o nome ao “árabe” assassinado em O estrangeiro (1942) do ganhador do prêmio Nobel de Literatura em 1957. Kamel ousadamente o registra, por meio de seu personagem Haroun (alcoólatra e pedófilo, em minha versão), irmão do de cujus Moussa, agora resgatado. “Mamã” ficou feliz — Mamã já pode morrer! Meursault e a primavera transplanta a obra por meio de personagens descendentes, de 1942 para 2016, no mundo dos “conflitos de baixa intensidade”, no mundo do 11 de Setembro. Aquele dia era o prenúncio da queda de Roma, de Constantinopla, da Bastilha. Eu pensei que era ficção. Quando vi Trump se eleger, eu disse para mim: “Foi a queda…”

  • Informação adicional

    Informação adicional

    Peso 0.260 g
    Dimensões 21 x 14 x 2 cm
    Editora

    Gramma

    ISBN

    9788559683561

    Ano

    2017

    Autor(es)

    Marcos Gonzaga

    Número de Páginas

    284

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  • Sobre o Autor

    Marcos Gonzaga

    nasceu em 17 de outubro de 1963 em Salvador (BA). Brasileiro, casado, promotor de justiça e escritor, é filho do militar e advogado Ubaldo F. Gonzaga e da professora de língua portuguesa Neuza L. da S. Gonzaga. Nascido em bairro popular, morou na Graça e Stella Maris. Formado em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (1982-1986), advogou desde o estágio (1984-1995), quando ingressou no Ministério Público da Bahia (1995). Antes, cursou a Academia de Polícia (Acadepol) e a Escola Preparatória e Aperfeiçoamento de Magistrados (Epam). Casou-se com a também promotora de justiça F. Cilene de Morais, a quem conheceu em 1984 (1996-2007) e com quem teve uma filha, Kíssia de Morais Gonzaga (2007-), estagiária de advocacia. Mais tarde, casou-se com Kelly Melo Gonzaga, em 2009, tendo se tornado pai de Julia Melo Mousinho Machado. Lança simultaneamente no Rio seus dois livros, Mersault e a primavera (ficção) e Trump: o fim do fim da história (geopolítica). Em fase editorial, encontram-se 1890 e O assassinato de Moisés. Mersault e a primavera, lançado pela Gramma Editora, é sua primeira obra de ficção.